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E a sua autoimagem, como vai?


A nossa autoimagem corresponde a forma descritiva de como nos vemos e construímos a nossa imagem, é como se fosse o nosso "espelho interno". Esta perceção, consciente, ajustada ou não, interfere na maneira como nos relacionamos com o mundo e na nossa autoapreciação (autoestima).

Uma autoimagem que seja demasiadamente positiva poderá condicionar a nossa capacidade de apreciar os outros e de sermos empáticos, tornando-nos egocêntricos, desagradáveis e indesejáveis nas relações interpessoais.

Por outro lado, uma autoimagem negativamente distorcida irá influenciar (ou ser influenciada) por um constructo psicológico importante, que é a nossa autoestima, ou seja a nossa capacidade de gostarmos de nós próprios. Uma autoestima baixa pode se traduzir em sentimentos de inferioridade, incapacidade, insegurança, desesperança, apatia, desvalorização pessoal, entre outros, além de condicionar o nosso autoconceito (a opinião que temos sobre nós próprios).


A manutenção de uma autoimagem e autoestima adequada e que favoreça o nosso bem-estar psicológico deverá depender apenas de nós próprios.

Todos estes constructos psicológicos (autoestima, autoimagem, autoconceito, etc.) fundamentam o self  ou selfs (já que podemos ter muitos) e vão necessitar de um incessante exercício de autoconhecimento e autoaceitação.

De todo modo, um psicólogo clínico poderá lhe auxiliar, caso o exercício de olhar para si próprio lhe provoque sofrimento psíquico ou lhe traga prejuízos nas relações familiares, sociais e laborais.

 

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